| José
Adailton Gonzaga Farias.
Quando
conheci você eu ainda nem pensava em ser um policial;
Foi através dos órgãos de imprensa que comecei
a acompanhar toda a sua trajetória profissional. Sempre atuante,
corajoso, companheiro e destacando-se dos demais policiais de sua
equipe.
Quanto serviço prestado à sociedade, quantas operações
com sucesso, em busca de combater o crime, até mesmo em outros
estados. Sua energia, seu espírito de coragem, sempre contagiou
os que faziam parte qa sua equipe à frente da Delegacia de
Roubos e Furtos de Campina Grande.
Nunca temeu as ameaças da malandragem, pelos bandidos sempre
foi respeitado, da sociedade com certeza recebe o legado.
É, amigo, vai ser difícil para nós policiais,
conviver e continuar o nosso trabalho, sentindo a sua falta. Estamos
tristes, enlutados, desarmados com a sua perda, mas acredite; logo
nos.ergueremos e. iremos dar continuidade a sua história
, uma história de luta, trabalho, dedicação
ao combate da marginalidade e a tranqüilidade dos cidadãos.
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«Ser policial nos dias de hoje é
muito difícil, principalmente com a crescente onda de violência
em nosso país> >
Nesse momento triste, me faz lembrar das nossas brincadeiras no
pátio da central de polícia, juntos com os amigos,
o saudoso Batista, o Eduardo, todos estes já se foram, mas
com certeza marcaram a sua história na Polícia Civil
da Paraíba.
Hoje todos nós estamos a lamentar, conhecendo a sua pessoa,
sua grande experiência na área policial e morrer de
uma forma triste. A sua experiência, a sua coragem, o seu
espírito de policial atuante, todos eles lhe traíram
naquela tarde triste de 7 de janeiro de 2007.
Quando mais uma vez você de uma forma corajosa, foi ao combate
da criminalidade, buscando resguardar a paz da sociedade. E o que
encontrou? Três bandidos cruéis, elementos nocivos
à nossa sociedade, e eles usando da covardia, da malícia
bandida, atiraram coontra você e tiraram-lhe a vida.
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Esses elementos não tiraram apenas a sua vida, tiraram
também o brilho da nossa Polícia civil, sub- traindo
do nosso meio o que nós mais tínhamos de melhor.
Hoje uma cIassede profissionais lamenta, a sociedade chora, e
a sua família implora por justiça. Saiba amigo Chagas,
onde você estiver, acredito eu, que estais com o seu Deus
eterno devido aos frutos que plantasse nesta terra, que serás
sempre lembrado por nós da
Polícia Civil, não só da Paraíba,
mas também dos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará,
onde também marcastes a tua história na vida policial.
Ser policial nos dias de hoje é muito difícil, principalmente
com a crescente onda de violência em nosso país,
e tu amigo, foste mais uma Vítma desta violência,
desta grande guerra Urbana que se faz dentro da cidade de Campina
Grande.
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AGENTE
DA POLÍCIA CIVIL DE CAICÓ (RN)
E
EX-DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL DA PARAÍBA
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